PARTO DE IDÉIAS

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância." Sócrates.

Arauto em todos os sentidos

Posted by abizinoto em 29/06/2014

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Meu mensageiro da paz,

Emissário de esperança,

Viajante dos velhos mundos,

Pregador dos novos tempos,

Não escondes quem és,

Não mascara a candura,

Não renega a inocência.

Portador da transcendencia.

 

Parte hoje silenciosamente

Em oração e sabiamente

Vida nova meu Arauto,

Desbrava seus caminhos

e neles nossos encontros.

Cante teu hino servil

e nos derrame de bênçãos

teu enorme amor juvenil.

 

Sobe depressa ao  monte e anuncia

Tão cedo uma grande aventura

que tua própria descoberta de alegria,

fascina, extasia, reflete a candura.

Será o amor em forma de gente,

Ou gente transformando em amor,

Será o orgulho,  tanto pecado

de ver tamanho legado?

 

Acompanho teus passos meu filho

Saúdo e Ilumino teu caminho.

Como que nos pede em oração.

Ilumina, filho meu, o meu também,

o consola esse coração saudoso.

Que  as lagrimas que enclausuro

Sejam libertadas, lavando a poeira do caminho

que reserva ao teu belo futuro.

 

 

Ao Enzo.

Vitória 29/06/2014

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INSOMNIA (Saramagueando de madrugada)

Posted by abizinoto em 23/06/2014

Sentiu-se pequeno naquela noite em particular. A muito não pensava em como tinha chegado ali. Mas foi de uma forma quase brusca, recebera de presente ou como um soco, suficiente incentivo pra que tudo voltasse a sua mente. Como tudo acontecera. Estranho. Com os olhos em chamas pela ausência do que todos chamam simplesmente sono, como se na homônima palavra italiana o fosse intrínseco e por isso parte de nós ou a si mesmo, deste homem, hoje, não era. Agora mais ainda os pensamentos se repetiam e desenhando as cenas na escuridão que lhe cobria os olhos, formava a reprise que os últimos dias filmaram. E sem tomar demais a paciência das palavras que ora, neste conto, se tornarão algumas vezes excessivas, dado a simplicidade do fato que representam à tentativa de explicar o sentimento e o momento passante, às vezes tão fácil, às vezes tão multiplicado por nuances que se torna, no mínimo, impossível de descrever. E por isso não se deva estar exatamente certo, exceto o mérito querer, pela prosa, expressar, e faze-lo, Pois para isso existem os poemas, para que, com palavras totalmente diversas ou diretamente combinadas, consigam expressar os sentimentos de uma forma tão mascarada ou absurda que em alguma parte do leitor, também absurda, talvez no inconsciente ou em outro lugar, seja lida claramente e entendida, mesmo sem o anuncio à razão. Mas voltando ao nosso infeliz amigo, que pelo tempo que o deixamos, já procura, como forma alternativa, pensar em outras coisas que não sua tragédia pessoal, se esforça por direcionar o pensamento para o seu momento e como sair dele, por assim dizer. Nada podia ser feito, estava prestes a ser engolido pela noite que tinha certeza que, contraditória ou não, na escuridão continuaria em claro. As imagens que seu cérebro lhe fornecia, nada mais eram que fotografias falantes do seu passado recente e não o estava ajudando em nada, visto que dali, o passado, retirando a linha do tempo que era a mesma, não tinha qualquer particular instrumento ou algo relacionado que o ajudasse a se levantar e continuar. Alias, pra que isso fosse feito precisaria que a vontade o trouxesse à vida e isso não ocorreria até que o tempo necessário para que a sua mente superasse o seu desejo de que a linha, que a pouco falamos, mudasse. Aqui caberia talvez mais um esquecimento do nosso pobre coitado, herói ou personagem, seja assim ou assado que cada um o queira chamar, a pergunta que o leitor possa se fazer sobre essa “linha do tempo” que vemos nas enciclopédias e que nada mais é que uma sequência absurda de acontecimentos tão diversamente encadeados, que dificilmente se pareceria como uma linha, mais como um rabisco disforme e histórias que se entrelaçam de tempos em tempos, formando uma história que também não conseguiríamos depois de um certo tempo, ou na mesma hora, saber se realmente cabe ser iniciada com o H, ou se as percepções que cada privilegiado que registrou, a ela, não juntou mais tantos fatos, realmente existentes, mas de outra história, somente em sua mente fértil de contos de outros lidos ou criados por si próprio. E antes de voltarmos para o nosso anfitrião, que nos deixa penetrar em sua memória, sugeriria então, como ele o faz neste momento que pensássemos também nós na nossa história, e verificarmos o quanto de ocorridos realmente se passou e o quanto foi criado simplesmente por que se esquecemos daquele verdadeiro momento e a nossa mente, como a de todos os humanos, rica em criação, tão delicadamente preencheu as lacunas para que se não se sentisse menos inteiro por falta de alguns capítulos ou trocado por uma passagem melhor pois daria maior tempero a percepção que temos da nossa própria vida, a nossa personalidade ou ainda gerados por uma percepção não nossa, pois todas o são, mas parcial do fato que vivemos. E nosso amigo que bem que gostaria de ter no lugar dos seus pensamentos uma lacuna para que pudesse preencher com algo mais agradável agora figura na sua clara escuridão, com consciência plena que no lugar de estar ali e com tudo que fora de sua responsabilidade sob as consequências das ações que tomara. Se pergunta como deveria seguir seu caminho. Como chegara até ali bem o sabia, não tinha segredo algum ao tomar suas decisões a cada respiração. Nada tinha de mais e aprendera com o nascimento a tomá-las bem e que a cada uma havia consequências, mesmo não conseguindo ainda com tanta frequência acerta-las no começo, tinha de fazê-las e de lá já havia aprimorado bastante sua técnica, como outras que não tivemos bem desenvolvidas ao sermos entregues pra esse mundo. Todas as suas ações o deveriam levar para um fim antes visto e planejado, de todas as previsões que tivera feito. Ainda agora, olhando para os lados, sem realmente ver o que o rodeava, fazia previsões. Sem realmente saber que o que o esperava na próxima curva, deveria traçar o seu caminho até o objetivo que tinha previsto para sí. Paramos por aí, então, novamente e atentamos na beleza da natureza do homem de colocar para si objetivos, que tanto podem ser alcançados, ou desviados para outros tantos, como numa sucessão de galhos que o leva constantemente para algum lugar. Ao focar sua meta no cume de uma grande montanha, separa-se ou esquece dos detalhes da subida, mas só depois de respeita-la e entender cada detalhe da sua escalada. Isto o faz não desanimar para o caminho, depois, a cada etapa compreendida, analisada, traçada e entendida, só o fato da chegada o reserva. E cada passo o faz mais perto, e a grandiosidade do empreendimento se disfarça em pequenas pegadas que são suficientes e do tamanho do caminhante. Nestes tempos, como pequenas corredeiras, ou quedas, ou pedras, ou florestas densas forçam o caminho, e os desvios acontecem, se entendemos fazer isto parte da caminhada, de forma natural é próprio o caminho e do caminhante, e o objetivo continua vivo a nossa frente. E no caminho do nosso amigo, retorno, possivelmente ele se encontrava agora, num daqueles desvios que o pega desprevenido no final da noite, um rio talvez, ou numa densa floresta e teve que parar, e os sussurros da natureza, para uns tão cheia de vida, lhe parece assustador. Sem a luz rebatendo nas formas que lhe eram conhecidas, mais ainda a sensação de estar submerso num turbilhão de fatos estranhos que lhe parecem a cada minuto que passa como um fantástico emaranhado de histórias de desconhecidos também assustadoras. Assim está o nosso companheiro de insônia, suspenso na escuridão, que o protege de não sair em disparada para algum lugar que não gostaria, preso pelos elos fortes da sua própria consciência que o interroga a cada minuto em busca das respostas que saberá não as encontrar, não da forma que aprendeu existir respostas: claras, certas, únicas. Gira em si mesmo, no útero úmido da floresta. Para voltar à criança recém nascida, ou antes ainda, falta o dedo na boca, falta a falta de perguntas, sobra vontade. E nosso amigo, que não está nem um pouco preocupado com os nossos questionamentos, mas com os seus próprios, tenta se dar conta de sua existência, dessa forma, com pequenos movimentos, ora levando as mãos invisíveis aos olhos e esfregando, como se assim limpasse da sua mente a escuridão, de outra se ajeitando com as mãos o lugar que se encontra a guisa de sentir o chão que o sustenta e tantas vezes, em outros momentos, o procurava como se sentir a firmeza da terra o tirasse um pouco do mundo das ilusões. Como uma forma de busca de um equilíbrio metafísico, para a sua necessidade de mergulhar no mundo das ideias, também o fosse de se prender ao solo da realidade. Vezes sem conta se perguntara, qual delas era mais etérea que a outra e o quanto seriam diferentes, dado que podemos considerar diferentes graus de realidade e a cada um, um ideal. Cada ação, se baseando na sua ideia de como deveria ser tomada, na sua ética, que muitas vezes se questiona a existência para alguns, o fato é que jamais conseguiria viver sem as duas coisas, e doía não conseguir ser mais um que o outro, como o apaixonado que deseja o objeto da sua paixão de forma tão avassaladora, que, se pudesse, estaria dentro pra não se separar jamais, que dói à ausência, ou seria o próprio, de tão desejoso que é de tê-lo. e nesse campo, as ilusões vão mais a solta que a própria razão, e entramos em um caminho tão diverso e curioso que deixaremos para uma outra noite o assunto. Outra noite em claro talvez. E voltamos mais uma vez nosso pensador, que se tivesse consciência das voltas que damos pra descrever o seu momento a muito já teria perdido a paciência com este que escreve, estaria já cansado e poderia muito bem e por mais de uma vez trazer para o assunto principal a atenção do redator. Sem tantas voltas quanto seria necessário um simples momento, quanto a retratar a sua multiplicidade de uma simples noite de insônia, ou alguns minutos que o fazedor cede lugar ao pensador e a sua escuridão busca, na falta de estímulos externos dentro de si mesmo, as respostas para o que eleva essa criatura verbo cujo nome é um continuum em si, particularmente especial, de ser humano. Do nosso amigo não sabemos futuro, como do nosso também não podemos dizer, senão especular, pensar e construir. Mas podemos especular em que ele se meteu, qual a sua história, como foi parar ali e porque o que os últimos acontecimentos o tenham modificado e o deixado deveras introspectivo, se é que foi realmente isso tudo que o tenha deixado assim. Sim, porque a vida não acontece só numa linha, como já percebemos no emaranhado de cada minuto, várias situações se formam em uma e conseguimos assimilar algumas delas, mas nem todas as que nos afetam são percebidas, e nem sabemos se nestas estão as mais importantes. Portanto, poderíamos inferir que um fato grandioso fizera acordar nosso personagem no meio da noite onde também poderia ter sido algo mais sutil como a necessidade fisiológica que todos temos de expelir de volta a terra os líquidos não utilizados pelo nosso corpo e com ele outros restos da nossa fisiologia. E nesse momento em alguns minutos poderia ser justamente o momento que o fotografamos. E como uma própria foto, sem futuro nem passado, só o retrato de um segundo, o passado, por enquanto ainda será um segredo dele, e já o fez bom uso ao revivê-lo e servir de inspiração. A nós cabe procurar nos nossos, e aproveitando a nossa própria escuridão, dela tirar o melhor proveito.

Vila Pedra Azul/ES

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Brincando de escritor tem disso, as vezes sonhamos com nossos heróis. Aqui uma brincadeira com o estilo complexo e emaranhado do Saramago, que eu tenho particular predileção. Escrevi a algum tempo atrás e como qualquer criação ficamos brincando e tentando melhorar até que resolvemos publicar do jeito que está mesmo.

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Parte

Posted by abizinoto em 07/04/2014

Vai longe pedaço de mim

Parte pro mundo que te deseja inteira.

Arranca daqui parte do céu

que me clareia.

vai iluminar outros mundos de lá.

Deixa o mar que me escorre dos olhos

e parte minha pequenina.

Leva contigo também parte de mim,

A boa, se alguma tiver.

Deixa a saudade crescer

pra te ver de longe

conquistar o mundo

e voltar pra mim pequena princesa.

Que outrora só um parzinho de olhos curiosos,

Outrora só  uma boca lambona,

Outrora bracinhos suplicantes,

Hora pedindo carinho,

Hora chorando num canto,

Hora calada sorrindo,

Outrora querendo colinho,

Outrora só minha sonhando no ninho.

Agora o mundo te pede

A lembrança me deixa.

Agora já um pedaço inteiro de mim,

Sem mim.

Agora a boca despede,

Os bracinhos se afastam,

a lagrima verte,

o sorriso some,

a saudade reparte,

em antes e agora.

Veja o egoísmo é esse de um pai apaixonado,

mas é a vida que urge a realidade,

tú que um dia partiu dos meus sonhos pra mudar a minha

parte de novo, minha flor, meu tesouro, meu jasmim.

Reparte com o mundo a felicidade que você sempre trouxe pra mim.

 

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Ataranto

Posted by abizinoto em 24/02/2014

Delas, seria um tanto

Um tanto forte, um tanto santo

Da menina,  sorriso e encanto

Um tanto sonho, acalanto

Da moça, a volúpia e espanto

um tanto sonhos, um tanto quanto

Da mulher,  sensatez e o pranto

da tristeza enquanto

um tanto corpo, um tanto manto

um tanto olhos, um tanto santo

um tanto bruxa, um tanto anjo

um tanto longe, um tanto perto,

portanto

um tanto todas,

talvez nem tanto, nem certo.

Delas todas uma

Umas todas dela

um tanto cada

delicada, desvairada.

De mim num canto

ataranto.

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o Nó

Posted by abizinoto em 22/02/2014

No fim resta a ponta

e nela ninguém

só o resto

o nó

o suspiro

o ultimo respiro

o grito embutido

o amargo

sem dó

o certo encolhido

o vazio

o errado escolhido

o pavio

amor que se perde

amigo se vai

Vai-se a Luz

e a querida chama apaga

fumaça escorre

amarras se soltam

os nós da criação

de dentro do coração

transforma

adoração

em afiado facão

não desata, amputa,

a morte derradeira

é podre

é fatal

quiçá pudesse escolher

um diferente final;

Um tesouro se perde

outro derrete

como nunca tivesse

ter admirado valor

agora

um asno que aparece.

nada importa ou apetece.

perde pra morte

quanto pra vida

É assim que o tempo vai

Some o nó de atadura

Some o sorriso e a candura

que te prende ao coração

Volta o nó da emoção

de não ser mais um irmão. 

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Minh´alma

Posted by abizinoto em 03/01/2014

Sozinha

Num canto

Minh’alma

Dança

Espera

Procura

Descança

 

Sozinha

Minh’alma

Canta

Quando

Encontra

Outra alma

E se encanta

 

Sozinha

Minh’alma

Levanta

Corre

Brinca e

Esquece

 

Sozinha

Minh’alma

Merece

Que se dance

Que se cante

se levante

Com outr’alma

Semente

e de novo

De noite

Sozinha

Minh’alma

reclama

baixa o olhar e

Descansa

 

Vitória 6-8-2007

Sessão de coisas perdidas da minha vida… e reencontradas.

 

a beleza é uma coisa engraçada… ela chama a atenção sempre que passa… mas a raridade é que é apaixonante.

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Balanço 46

Posted by abizinoto em 13/12/2013

solsolsolHoje alcancei mais um cume e  vi o ultimo episódio da minha série favorita. Terminei o livro que estava lendo e fechei meus e-mails. Estudei a ultima lição. Dancei uma ultima musica. Fiz a minha ultima “seg” pra alguém que confia em mim sua própria vida. Tomei minha ultima cerveja. Abracei o ultimo amigo. Dei o ultimo beijo nos meus filhos. Sorri o meu ultimo sorriso. E agora, que fiz a minha ultima oração, vou dormir. Preciso sonhar o meu ultimo sonho e descansar do meu dia num ano.

Amanhã eu vou ter outra montanha, começa a próxima temporada e outro livro pra mergulhar, mais dezenas de e-mails pra ler e responder. O universo inteiro pra aprender. Outra musica que eu vou ouvir, E várias delas eu vou dançar. Outras vou descansar. Ser a segurança que esperam de mim e de vez em quando me segurar em alguém. Terá outra cerveja para brindar com meus amigos. E meus filhos ainda vão estar ali pra ama-los e beija-los sem limites, a qualquer distancia. Vou acordar rezando pra um sol sorridente, e esquecer o sonho, e lembrar do mundo e fazer tudo de novo e ao mesmo tempo. Tirar de cada momento, de cada ação, de cada emoção, um dedinho de experiência pra guardar no coração. E reviver de novo no ultimo dia. Não vou só fechar os olhos ao sonho e esperar o amanhecer, mas torcer por acordar um homem melhor num mundo melhor Aí, em algum momento, sentar no cume, olhar o horizonte dos meus desejos que separam o céu e a terra, no céu minha esperança, na terra todos vocês, Divagar um pouco, comer um biscoito e tomar o meu café.

Obrigado a todos passaram na minha vida, os que ainda continuam e os que ainda virão. Todos os meus Filhos, irmãos, amigos, parentes, professores, uns poucos alunos, colegas de trabalho, amores passados e futuros. A minha mãezinha que provavelmente não vai ler isso aqui porque lá na casa dela não “pega” internet. O meu paizão, que vai saber, porque no céu tem um super uaifai gigante. Obrigado por suas presenças na minha vida.

Vocês são muitos, eu também sou um amontoado de pedaços juntados cuidadosamente com o que aprendi de cada um, portanto um abraço virtual de agradecimento do seu…

Alê ou Alex pra uns,
Bizi ou Bizinoto pra outros,
Mano e Bro pros Irmãos, de sangue ou não.
“Véi” pro meu filho Joshua. :/
Papai quando precisam de carinho ou de dindin e
Alexandre Bizinoto Macedo pra minha mãe quando ela tá brava.

Não faz diferença, eu respondo Opa! é nóis!!!

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Mergulha?

Posted by abizinoto em 09/12/2013

De repente vc acorda no meio da vida e fica confuso.

Eu estava sonhando? Estava acordado?

A primavera apareceu e floresceu o seu  jardim como num filme?

ou foi só um sopro dessa uma vontade louca de suspirar?

O quanto dá pra se conhecer de um sonho?

Quanto dá pra esperar de um olhar?

Importa?

- Importa!

Mas agora eu vou voltar a dormir

porque se for sonho…

quero sonhar.

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Alegoria da volta

Posted by abizinoto em 06/12/2013

O tempo que para na pressa

arremessa pra dentro do mundo

o que ninguém parou pra pensar.

O sonho que corre na areia

ferve e  serpenteia

a vida pra dentro do mar.

O mundo que roda sozinho

vagando sem ninho

viaja no mesmo lugar.

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Feliz Dia.

Posted by abizinoto em 12/06/2013

“O amor é um não sei quê, que surge de não sei donde e acaba não sei como.”

Madeleine Scudéry

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Como fazer quando a data não é sua, ou suspira o não ser? Podes me perguntar. Quando os dias santos que são guardados você não crê? Quando festividades de outras gentes? Outras raças?

Refletimos? Ignoramos ou fazemos dela um outro significado? Consegue passar um dia que é especial pra maioria, como um dia qualquer. Sem pensar ou se  experimentar a sensação ou a saudade dela? O respeito e a energia que exala de quem passa ou felicidade fatalmente invade, incomoda ou atrai. É inerente ao vivente viver ou trocar de sentimento, bom ou ruim. Mudamos o tom da conversa, mas velamos ou celebramos de um jeito individual junto com todos os nossos.

Insisto em pensar que algo de bom existe ainda a sentir, mesmo quando a dia pede o de vir, que não mais existe ou se foi pra nunca mais. Como o “dia dos pais”, quando o seu herói jaz. Melhor chorar a infelicidade ou a frustração ou mesmo o amor que sentiu e que nunca sairá da sua história. Assim nos formados homens e podemos ser como aquele número que caracteriza nossa menor parte, como elementos ímpares, únicos e necessários uns aos outros. Nossa identidade indivisível que as vezes, tolamente, se esconde e se protege em pensamentos fáceis e conclusões inalcançáveis.

Sentimos algo importante, uma emoção. Não celebrar este dia como tal, não significa não ser possível celebrar o amor… por vezes diferente… tem dias que se comemoram juntos, ou a presença não mais existe.  Sem alternativas, o amor é  só seu e único. Longe ou perto; Nesta vida ou outra; Ou em dimensões opostas, pode ou não ser compartilhado ou retribuído… mas o seu sentimento individual, só sentido pela sua humanidade, com todas nuances do seu ser, com suas falhas e qualidades, sua ignorância e seu aprendizado. Não é interessante saber de alguma coisa na extensão e profundidade que ninguém mais sabe? Um segredo quase impossível de ser revelado na sua totalidade e extensão. Que outros só podem crer… ou não.

.Pode ser feliz assim?

DCIM100GOPRO

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